O mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil cresce rapidamente e já ultrapassa 40 GW de capacidade instalada. Além disso, os fabricantes de módulos fotovoltaicos e inversores veem no credenciamento FINAME o passaporte para acessar o financiamento subsidiado do BNDES. Em 2026, o governo implementou novas regras que diferenciam os equipamentos destinados à Geração Distribuída (GD) dos projetos de Geração Centralizada (GC).

O que mudou no FINAME para energia solar em 2026?

As principais mudanças envolvem a diferenciação entre GD (sistemas até 5 MW) e GC (acima de 5 MW), com exigências distintas de Índice de Nacionalização para cada categoria. Portanto, o governo estabelece que os módulos fotovoltaicos devem ter, no mínimo, 60% de conteúdo nacional para GD e 50% para GC.

Como credenciar módulos e inversores com as novas regras

Para entender o processo completo de credenciamento FINAME de energia solar, leia: Credenciamento FINAME para Energia Solar: Como Habilitar Módulos e Inversores no BNDES.

Além disso, para compreender o cálculo do Índice de Nacionalização, consulte: Índice de Nacionalização FINAME: o que é e como calcular corretamente.

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